Renato Martini, ex-presidente do ITI, é o novo assessor de tecnologia do CNB
Publicado em 22/03/2018

O Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil firmou a contratação do ex-presidente do Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini como assessor de tecnologia da entidade. Caberá a Martini a tarefa de conduzir, mediante demanda da diretoria da entidade, projetos vitais para o notariado brasileiro, como o hub biométrico, o programa e-notariado e a reformulação da área de certificação digital.



 
“Nosso objetivo é somar esforços na construção técnica e normativa do e-notariado, como um sistema de informações completo do notariado brasileiro. Ele será composto de diversos módulos, onde estaremos engajados: tais como o documento eletrônico – o ciclo de vida do documento eletrônico, padrões de interoperabilidade e recuperação a longo prazo no seu armazenamento, as tecnologias ligadas a certificação digital, assinatura digital e autenticação forte, e a identificação biométrica, um “hub” para possibilitar o uso intensivo da biometria na execução da identificação do usuário do sistema”, explicou.

 
Nascido no Rio de Janeiro, Renato tem doutorado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e trabalha há mais de 20 anos na área de segurança da informação. Foi membro ativo do Comitê Gestor da Internet do Brasil e do Comitê de Segurança da Informação da Presidência da República. Presidiu o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação por mais de dez anos, sendo também secretário executivo do Comitê Gestor da ICP-Brasil. Publicou diversos trabalhos no Brasil e na Europa, entre eles: Criptografia e Cidadania Digital, Manual de Segurança em Redes Linux, Tecnologia e Cidadania Digital, Ensaios sobre Tecnologia, Sociedade e Segurança e Sociedade da Informação: Para Onde Vamos.

 
A expectativa do novo assessor de tecnologia do notariado é de participar de um projeto de inovação. “Acho que o grande desafio para nós profissionais, técnicos e para o segmento notarial é o de estar em um processo de inovação muito grande, e que nós vamos participar e viver nos próximos anos”.

 
Martini acredita que a experiência de anos acumulados no serviço público federal pode agregar expertise para o trabalho nacional em prol do notariado. “O CNB possui um conjunto de Seccionais que alcançam o País inteiro, então todas essas normativas ligadas ao segmento de cartórios de notas atingem o Brasil e a vida das pessoas, e nesse aspecto a experiência numa autarquia federal, em projetos de cunho nacional ajudam muito no ritmo ao trilhar um caminho que é muito parecido com o que é feito no CNB/CF”, pontuou.

 
Fonte: Assessoria de Imprensa
 


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