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Notariado brasileiro participa da comemoração de 125 da fundação do Colégio de Notários do Paraguai

A presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Minas Gerais (CNB-MG), Walquíria Mara Graciano Rabello, representou o notariado brasileiro no evento que celebrou os 125 anos da fundação do Colégio de Notários do Paraguai, em Assunção, na última segunda-feira (14.08). Pelo menos oito países participaram do evento.
 
As celebrações se iniciaram com um ato acadêmico na sede do Colégio de Notários do Paraguai e um discurso da presidente da entidade, Ana Manuela González Ramos. A cerimônia teve prosseguimento com a apresentação do livro comemorativo dos 125 anos, que ficou a cargo do diretor da Revista Notarial, publicação específica do notariado paraguaio, José Ramón Franco Tubino.
 
A cerimônia se encerrou com um jantar de gala no Gran Hotel del Paraguay, hotel mais antigo de Assunção e com a apresentação da placa comemorativa à assinatura do adendo de número 3, convênio marco de cooperação entre a Corte Suprema da Justiça e o Colégio de Notários do Paraguai, lavrado em 8 de junho de 2017.
 
Walquíria destaca o prestígio do notariado paraguaio junto à comunidade internacional e a importância dos 125 anos de lutas, conquistas, estudos e muito trabalho. “Ficamos todos impressionados com a qualidade dos serviços prestados. O Brasil, sendo um País vizinho, recebe reflexos dos colegas do Paraguai. Eles buscam atos que praticamos assim como buscamos atos praticados por lá”.
 
Notária do município mineiro de Santa Luzia, Mônica Werneck também esteve presente na celebração e conta que o que chamou sua atenção foi o fato de o notariado paraguaio ser composto pelo menos 90% por mulheres. “São grandes estudiosas em busca de um constante aperfeiçoamento e lutam pela implementação de atos que no Paraguai ainda não existem”.
 
O Colégio de Notários do Paraguai foi fundado em agosto de 1892 no escritório do notário Ricardo Torres e, com a presença dos escribas Juan B. Villasanti, Juan Ramón Silva, José Goiburú, José W. Benítez, José D. Silva, Eloy Marecos, Roque Encina e Pedro Caceres, aprovaram os estatutos e elegeram o conselho administrativo.