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Tabelião de Recife trabalha para integrar os notários no combate à corrupção

Deve ser publicada, na segunda quinzena de setembro, a normativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que inclui o notariado brasileiro no combate à corrupção e à lavagem de dinheiro. Há tempos aguardado pelos tabeliães, o provimento prevê que os atos notariais e registrais suspeitos sejam informados à Unidade de Inteligência Financeira (UIF) – a exemplo do que acontece em países como a Espanha, onde o notariado é o segundo maior ente de fornecimento de informações financeiras depois das instituições bancárias.

A medida tem a participação do Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil (CNB/CF) por meio do titular do 1° Tabelionato de Notas de Recife, Filipe Andrade Lima. Coordenador da Comissão de Combate à Lavagem de Dinheiro do CNB/CF e vice-presidente do CNB/CF, Filipe foi o mediador do painel que discutiu o tema no XXIV Congresso Notarial Brasileiro, nesta sexta-feira (30/08), na Praia do Forte, na Bahia. O painel contou com a participação do juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Jorsenildo Dourado do Nascimento; do presidente da Unidade de Inteligência Financeira (UIF), Ricardo Liáo; e do procurador da República Rafael Miron.

Texto: Ascom CNB/CF
Foto: Fábio Barbosa